domingo, 19 de agosto de 2012

Diário de campanha - um sistema de violencia vitima a todo POVO - Visita a Presidios



Diga Não a esta banalização que só serve para gerar ainda mais violencia. 75% dos crimes são cometidos por consequencia da EXCLUSAO SOCIAL. Debata, conheça e ajude a reduzir isto.

Agenda de campanha PCB-JF sábado18 de agosto: Visita a fila do CERESP Juiz de Fora para conversar com familiares de detentos ( O CERESP esta semana foi flagrado com denuncia de Tortura - denuncias que acontecem com cons
tancia porem não é constante um detento conseguir furar os bloqueios de segurança e denunciar.Gerar conscientização é promover a participação popular sem exclusao de grupo algum. JUNTOS PODEREMOS MUDAR.E a exclusao social é fator principal gerador de violencia. Adelante participe , divulgue, opine, redestribua as informações desta campanha que visa ocupar espaços para empoderar o POVO
 

CRIME E DESIGUALDADE
 'A violência faz-se passar sempre por uma contra-violência, quer dizer, por uma resposta à violência alheia.'
Jean-Paul Sartre

"Uma sociedade que estimula um alto padrão de consumo e que, ao mesmo tempo, condena milhões de pessoas a viverem à margem do mercado deverá, necessariamente, conviver com a violência. ...' Marcos Rolim


75% da violencia é fruto da exclusao social. A sensação de impunidade , os crimes de colariunhos branco... são fatores geradores da violencia. o sistema é alibi . VAI DEIXAR o sistema nos vencer?
“O mundo se tornava fascista. Num mundo assim, que futuro nos reservariam? Provavelmente não havia lugar para nós, éramos fantasmas, rolaríamos de cárcere em cárcere, findaríamos num campo de concentração. Nenhuma utilidade representávamos na ordem nova. Se nos largassem, vagaríamos tristes, inofensivos
 e desocupados, farrapos vivos, fantasmas prematuros; desejaríamos enlouquecer, recolhermo-nos ao hospício ou ter coragem de amarrar uma corda ao pescoço e dar o mergulho decisivo. Essas idéias, repetidas, vexavam-me; tanto me embrenhara nelas que me sentia inteiramente perdido.” Graciliano Ramos - Memória do Carcere - foi preso em março de 1936, acusado de ligação com o Partido Comunista.

Porque nós do PCB sabemos o que é o Carcere, sabemos o que é tortura, sabemos o que é a crinminalização dos familiares , sabemos PORQUE a banalização da violencia' Laerte Laerte Henrique Fortes Braga

'Viemos trazer nossa campanha para que esta luta não seja esquecida... Viemos buscar integrar a luta que é de 24 horas e durante todos os dias do ano"Luiz Carlos Kaizim Torres

'Lutaremos juntos agora e sempre , porque esta luta é de TODOS os que VIVEM' Rubens Rubens Ahyrton Ragone Martins


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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

DOAÇÃO DE CAMPANHA


Companheiros, camaradas, amigos de lutas:


Prezados:

A campanha eleitoral do PCB - Partido Comunista Brasileiro - cumpre principalmente o papel pedagógico de buscar o debate em torno das questões que envolve a cidade de Juiz de Fora e de um modo geral, é comum a todas as cidades brasileiras de porte médio, ou mesmo metrópoles como Rio e São Paulo.

Um partido com 90 anos de história e lutas em busca da causa do trabalhador.

Vamos debater sem medo e sem embustes eleitoreiros todos os temas que marcam uma eleição municipal. Tem sido essa, aliás, a caracteristica dos candidatos do PCB desde o início do processo eleitoral.

Um partido como o PCB luta com poucos recursos, pois não se associa a grupos econômicos, antes os combate. Não faz o esquema de caixa dois, antes o denuncia. Defende o financiamento público de campanha e condições igualitárias para todos os partidos e como isso buscar alcançar a democracia na sua forma mais real possível, aquela oriunda da vontade popular.

Por esse motivo nos valemos dos camaradas, dos apoiadores, dos que se somam a essa luta, dos que querem esse tipo de debate para solicitar a participação através de doações financeiras de qualquer valor visando cumprir o mínimo de gastos numa campanha política como a do PCB. Os custos da propaganda gratuita (gravações, fitas, conversões ao sistema exigido, etc), panfletos e deslocamento dos candidatos.

As doações podem ser feitas em qualquer agência do Banco do Brasil para o Comitê Financeiro do Partido Comunista Brasileiro


Banco do Brasil
AGÊNCIA - 2995- 5
CONTA - 45479-6
Favorecido : Eleições 2012 Partido Comunista Brasileiro JF

Os nossos candidatos são

LAERTE BRAGA - prefeito

RUBENS RAGONE - vice-prefeito

LUIZ CARLOS TORRRES JR - KAIZIM - vereador.


Atenciosamente e gratos.

Comitê Municipal de Juiz de Fora do Partido Comunista Brasileiro

 PS: 10,00, 20,00 ,  30,00 reais Não importa o valor , importa  o envolvimento de todos a luta. Hasta la Vitória
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Sobre o Programa de Educação do PCB JF

Em Resposta a estudante Eduarda, via Tribuna de Minas Internet, está resumida a proposta de Educação. Confira, conheça e não aceite menos que isto.

Se a educação sozinha não pode tranformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.
Paulo Freire

Eduarda é um prazer responder à sua pergunta.

O Partido Comunista Brasileiro – PCB – tem um programa que reflete o conjunto das idéias marxistas-leninistas em matéria de educação.

Em primeiro lugar educação é um todo. E ao mesmo tempo o processo fundamental no sonho de um desenvolvimento político, econômico e social justo, igualitário e capaz de transformar, a partir das cidades, a realidade imediata de cada um de nós, de todos nós, sobretudo dos jovens, num mundo cada vez mais conturbado e onde o ser humano vale menos que um automóvel.

Dentro dessa perspectiva é projeto do PCB implantar a partir do segundo ano de governo, preparada a infra-estrutura para tanto, a educação integral nas escolas públicas municipais.

Isso exige ações efetivas que permitam integrar professores, alunos, servidores e comunidade numa ampla discussão sobre o tema.

A educação integral implica em condições justas de trabalho para os professores (salário e plano de cargos e carreira discutidos com a categoria), adequação das escolas à dupla jornada, significa dizer que além das atividades curriculares, atividades extracurriculares que permitam integração, conscientização e formação. Envolve clubes de leitura, projetos esportivos, assistência pedagógica em todo o horário, médico/odontológica, alimentação de qualidade na merenda escolar, até porque será uma jornada de oito horas, formação de grêmios representativos dos estudantes e desenvolvimento de grupos teatrais, musicais, inclusão do estudo das artes na grade curricular em caráter permanente, fóruns temáticos, toda uma série de ações para transformar a educação em alavanca do futuro para nossos jovens.

Se é possível? É claro que é possível. Basta ter vontade política e decisão. A história do PCB, são 90 anos, mostra que educação é uma das prioridades maiores no socialismo.

Trocar a opção por grandes obras muitas vezes sem  sentido, sem razão de ser e fazer das escolas públicas municipais centros de conhecimento e formação cidadã.

Dotar as escolas de ações pedagógicas capazes de permitir ao estudante, ao professor, a comunidade, mais que integração, uma existência, coexistência e convivência harmoniosa e com toda a certeza gerando fortes mudanças na estrutura atual. O PCB tem seu programa fundamentado em figuras de grande porte, sua natureza democrática e de conscientização vem de um dos mais ilustres comunistas brasileiros, o professor Darcy Ribeiro.  

Uma política pública para a educação nesse sentido vai servir para diminuir a violência, programas de prevenção contra o uso de drogas, educação sexual, enfim, somos um partido revolucionário e como tal pretendemos promover uma revolução na educação.

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sábado, 11 de agosto de 2012

Diario de Campanha - Visita a apoiadores

O Dia  ou parte dele foi de visitas a apoiadores do comercio e apoiadores amigos,

Mas vamos falar de apoios extra muros, pois a luta para promover participação popular em prol de uma construção coletiva de nossas cidades ( Nossa realidade) é comum a muitos, em muitos locais.
A História existe e eis que abaixo quem faz parte da história e das lutas começa a destacar:

Foto do perfil
Fernando Yépez Rivas - Jornalista, Vice  Comité Ecuatoriano por los Derechos Humanos, Ambientales e Ecológicos-CEDHAE, membro fundador da UPALC-Ecuador.-, Assessor parlamentar

'Boa noite camarada : Conte com nosso apoio nesta luta para que Revolucao Latinoamericana e Socialismo avance...Fazemos forca para q o camarada Laerte Fortes Braga obtenha vitória na campanha para prefeito  em cidade Juiz de Fora-Minas Gerais/Brasil...Um forte abraco com chuvas d bencoes para tudos os camaradas Partido Comunista Brasil-PCB...


Celeste Marcondespublicou emResistente da Ditadura Militar. Guerrilheira exilada no Chile.
Vou transferir meu título ... Todo apoio a este representante fiel da luta 


Neusah Cerveira - Jornalista, sociologa, professora, humanista. Ex Presa Política, filha do Major Cerveira, com tese de Doutorado em operação Condor

 Gilda Arantes - Professora Universitária natural da França Mora e trabalha no Rio de Janeiro -Nandita: BRAVO!!! Bela campanha, já é tempo de falar, falar e falar. Vamos á luta por Juiz de Fora,pelo povo consciente e participativo, por Laerte, companheiro íntegro, guerreiro. Conte comigo. Bjjussssssssssss
Posso atestar que o Laerte é um comunista de verdade e uma pessoa honesta. JF estaria em ótimas mãos. Vcs tem todo meu apoio! um beijo.
Neusah





G.
   Geraldo Dantas Poderoso-  Escritor
Eu, apoio o camarada Laerte Henrique Fortes Braga em sua candidatura a prefeito!




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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Conheça a História da PROPAGANDA ELEITORAL GRATUITA e julgue-a


Sugerimos e fomentaremos debates.

Acho interessante conhecer a história da propaganda eleitoral gratuita nas emissoras de rádio e tevê. Surgiu no final da década de 50 a partir de um projeto do deputado federal Adauto Lúcio Cardoso, da antiga UDN do Rio de Janeiro. Mas antes que alguém se espante com o fato de ser da UDN vale ressaltar o seguinte. Deu fuga, no dia do golpe a Francisco Juilião, líder das Ligas Camponesas no porta malas de seu carro e recusou-se a aceitar a cassação de Márcio Moreira Alves e outros deputados. forçando a ditadura fechar o Congresso. Entregou as chaves da Câmara ao general Meira Matos, então comandante militar do Planalto e mandou que ele fizesse bom proveito. Adauto mais tarde foi ministro do STF e começou a resgatar a história daquela corte depois da cassação de Evandro Lins e Silva, Hermes Lima e Victor Nunes Leal pela ditadura. Aposentou-se antes de completar a idade limite pois entrava em choque permanente com a ditadura e a maioria dos ministros leais ao governo militar. "Não sou ministro de dizer amém". Mas, Adauto apresentou um projeto de lei instituindo a propaganda gratuita em rádios e tevês, concessões de serviço público, em que assegurava um tempo minimo a cada partido de 5 (cinco) minutos, em dois horários diários e ao vivo. As emissoras não entravam em cadeia e os horários eram diferentes nas rádios e nas tevês. Elas cediam os estúdios e os equipamentos e os diretórios municipais credenciavam seus candidatos ou representantes, que ocupavam aquele horário ao vivo, falando. Esse modelo permaneceu até 1974, quando a ditadura tomou uma coça nas eleições e foi forçada a criar o senador biônico, indireto, para manter a maioria no Senado, garantir a eleição do próximo presidente com medidas fisiológicas que garantissem maioria também na Câmara e nas assembléias legislativas. O general Geisel, então ditador de plantão, mudou a lei e os candidatos não falavam, apenas eram apresentados em rede - nacional, estadual ou municipal - através de seus retratos.
Foto
 Isso evitava o debate que foi fundamental, por exemplo, para a eleição de Saturnino Braga, Itamar Franco, Marcos Freire, Paulo Brossard, e outros, foram 17 senadores, em 1974. Com o fim da ditadura Mário Covas, àquiela época no PMDB e relator da Comissão de Sistematização do Congresso Nacional Constituinte, reapresentou o projeto de Adauto, que havia virado lei e foi barrado pelas redes nacionais de televisão e rádio e pelas agências de publicidade. O que temos hoje é uma espécie de fábrica de cinderelas. Ou seja, a fada agência de publicidade transforma abóbora em carruagem até o dia da eleição e nesse dia o sapatinho Cinderela, aquele perdido, vai parar no pé do produto que for vendido com mais competência. As grandes redes de tevê, notadamente a GLOBO, se apropriaram da "democracia", se consideram maiores que a democracia e transformam as eleições num show de venda de sapatos para uma Cinderela ou um Cinderelo. Existem redes estaduais, ou regionais, municipais, que mantêm o respeito à democracia, não tentam moldá-la. Passado o dia das eleições, determinado o pé, sempre dos grandes partidos, até porque há uma soma de interesses de agências, grande mídia e partidos que juntam empresas, bancos, latifúndio que financiam candidatos, repito, determinado pé volta a ser o que sempre foi, tira o sapato, com certeza apertado, mas conveniente e os cinderelos e cinderlas que, em tese, são o suporte da democracia (o governo do povo, pelo povo e para o povo), ficam na expectativa do próximo show. É a sociedade do espetáculo com todas as vírgulas e pontos que se possa imaginar. A lei Adauto, a primeira, vamos chamá-la assim, nem pensar, tira o ganho de gente como Duda Mendonça, contraria interesses de grupos empresariais e mídia de mercado, a grande mídia. Quando eu costumo afirmar que a legislação norte-americana ia soar como comunismo para a GLOBO, é porque nos EUA ou o grupo opera tevê, ou rádio, ou jornal. Os três ao mesmo tempo não, para não criar o monopólio da comunicação, logo, distorções que vemos todos os dias e anda somos comparados a Homer Simpson, uma figura simpática, mas dócil, fácil de manipulado, como o fez o apresentador do JORNAL NACIONAL, William Bonner. Isso, quando não fabrica candidatos, caso de Collor, em nível nacional, ou outros, em níveis estadual e municipal.O debate de idéias, programas, não interessa aos grandes, daí porque clube de amigos e inimiogos cordiais. É por isso que o PCB pensa como Groucho Marx, o notável ator norte-americano - "não aceito ser sócio de uma um clube que me aceita ocomo sócio". Isso quando foram tentar entregar a ele o título de sócio de um desses clubes blasés, típicos de pizza atolada de catchup e mostarda e que John Wayne depois de comer, limpava a boca, os cantos da boca, com as costas das mãos, em sinal de machismo.
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Debate na Rede : a mídia , a manipulação e criminalização em favor da manutenção do sistema


De volta à Inquisição
por Marcelo Semer
Quando o órgão de imprensa assume claramente sua posição, pode participar, mesmo que às vezes de forma agressiva, na formação desta opinião pública.
Mas quando a esconde nas entrelinhas, nas mensagens subliminares ou nos títulos provocativos, busca simplesmente fazer da sua, a opinião do público. É a versão se travestindo em verdade.
Essa falsa neutralidade agride não apenas quando mascara a posição, mas, sobretudo, quando se distingue daqueles que a assumem.
Arroga-se uma credibilidade ancorada justamente na linha divisória de quem não tem preferências, e por isso mesmo, não carregaria suspeições.
A “conduta enviesada”, assim, não é apenas omissa, mas ensimesmada e excludente.

A questão pode ser vista mais claramente na forma como se acolhem as partes em um julgamento criminal.
Tomar a acusação como referência imparcial e a defesa como suspeita, por exemplo, é o erro mais frequente de quem supõe expressar um juízo isento –e, infelizmente, não ocorre apenas na imprensa.
Fazer do acusador uma espécie de juiz afronta a ideia central do processo penal democrático e reedita os tempos negros do chamado, não à toa, sistema inquisitorial.
    • Charge  Lattuf
      É um procedimento típico das organizações GLOBO. Em qualquer situação que envolva a possibilidade de um espetáculo. Seja para condenar arvorando-se em uma organização maior que a suprema corte, pela via da desqualificação dos que se lhe opõ
      em, ou aos seus interesses, seja pelo espetáculo em si, caso dos Nardoni. Não há a preocupação com o fato em todas os seus nuances, os seus lados, mas com o show, numa ou noutra dimensão. Quando digo que é típico é porque isso vem desde a campanha das diretas, o impedimento de Collor, a forma como deturpa as notícias, a revelação por documentos do Wikileaks das ligações de William Waack com o Departamento de Estado e particularmente a secretária Hilary Clinton, o poder monopolítico da notícia, enfim, o que conhecemos. As organizações GLOBO se colocam acima do Estado, da democracia, da opinião pública, se lixam para o Estado, a democracia e a opinião pública e isso causa um grande mal ao país. Daí a necessidade do marco regulatório, evitando desde grandes redes como a GLOBO, até publicações abjetas como VEJA. A questão num processo criminal, qualquer que seja, são so fatos e as provas. Não a condenação prévia de quem quer que seja. Sobre a greve dos professores, o mensalão tucano, aí silêncio absoluto.


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quinta-feira, 9 de agosto de 2012


Cintia Costa Participação hoje do candidato Laerte Henrique Fortes Braga (PCB) e vice Rubens Ahyrton Ragone Martins (PCB) nas assembleias de greve dos Técnico-Administrativos em Educação (TAE´s) da UFJF, pra comentar sobre a pauta de reivindicação . A assembleia será no R.U. Centro, às 09:00hs. http://eleicoes2012.tribunademinas.com.br/entrevista/-224



LUTAR NAO É CRIME. A Luta se dá por Fora e é lutando por Fora que vamos avançar: Nas ruas, em manifestações, greves...
Por Laerte Braga
Um "pacote de maldades", "um pacote de bondades". Foi com essas expressões que o jornal ESTADO DE MINAS se referiu às medidas que o governo federal prepara. O "pacote de maldades" para os servidores públicos. O "pacote de bondades" para o setor produtivo. A crise
 do capitalismo transforma o Estado, o Poder Público, em suas três dimensões (federal, estadual e municipal) em reféns das grandes corporações, do sistema financeiro e em nosso País dos latifundiários. Os trabalhadores têm sido penalizados com a política neoliberal do governo e a greve de professores, servidores públicos das universidades e institutos federais, na assembléia realizada nesta quinta-feira, no Restaurante Universitário Centro, mostrou a disposição dos trabalhadores em lutar pelos seus direitos. O governo petista cada vez mais adota políticas tucanas de governo. Numa reunião com professores o ministro Gilberto de Carvalho foi vaiado por professores e chamado de "traidor". Servidores públicos no todo começam a se mobilizar para reagir ao governo e suas políticas diversas das promessas de campanha. O que se tem consciência hoje, claro está, é que os trabalhadores vão sendo, cada vez mais, afastados de seus direitos. Uma das "maldades" preparadas pelo governo é a chamada flexibilização dos direitos trabalhistas, que coloca o trabalhador nas mãos do patrão e tenta sepultar de vez conquistas obtidas ao longo de anos e anos de luta. É preciso reagir, pois cada "bondade" com o setor produtivo tem seu custo transferido ao trabalhador. É a clássica luta de classes e o governo federal escolheu o lado dos opressores. As dívidas com bancos, corporações, sem a prometida auditoria cidadão, continua sendo paga em dia. As perspectivas para os trabalhadores depois das eleições são as piores. O caminho escolhido por Dilma Roussef foi o de privilegiar as elites e manter o capitalismo e seu esquema de barbárie. ( Intervenção de Laerte Braga - PCBJF em apoio a GREVE dos SERVIDORES)




Enquete- Debate: que você acha disto?
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Diário de campanhaVisita a UPAs



 a Cidade é nossa realidade.
Sem Participação não existe razão. PCB-JF

O Dia inteiro hoje, 08 de agosto, foi de panfletagem cidadã com candidatos do PCB JF em UPAS.
 Uma coisa é fato:
Estamos, nós POVO, refens do sistema.

Creiam:
 é geral o descaso. Descaso tamanho que em unidade de Atendimento falta inclusive, paracetamol - medicação BÁSICA.
Imaginaram o resto?
 E pior: o prefeito é candidato a reeleição. ESCÁRNIO NÉ? Este é o MODELO. 
DE PÉ POVO só participando mudaremos. Venha , nossa luta não tem MUROS . Construa a Cidade Camarada, participe. JUNTOS PODEMOS MUDAR.

Fernanda Tardin
Fotos
Foto
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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Para que o PCB disputa eleições? - Nota da Comissão Política Nacional do PCB

Pode parecer difícil entender por que o Partido Comunista Brasileiro (PCB) disputa as eleições com poucos candidatos, em chapa própria ou em algumas coligações com pouca densidade eleitoral, reduzindo nossas chances de vitória.

É porque o povo é levado a pensar que a “política” se reduz às disputas eleitorais e acontece apenas de quatro em quatro anos, ou de dois em dois, já que eleições nos municípios não coincidem com as estaduais ou federais.

A mídia faz com que as eleições se transformem num “show”, escondendo o debate sobre os problemas reais vividos pela população. Nós do PCB não somos um partido eleitoreiro; não queremos crescer a partir de alianças e/ou acordos oportunistas, incompatíveis com nossas ideias e convicções. Por isso, a história das lutas dos trabalhadores brasileiros não pode ser contada sem que se fale no PCB. São 90 anos de vida ativa e coerente em defesa da classe trabalhadora.

O PCB desenvolve uma linha política revolucionária, e acha que nas eleições deve ocorrer um debate profundo sobre a vida dos trabalhadores nas cidades e no campo, que não está descolada da situação do país e do mundo. Os candidatos do PCB não participam das eleições apenas para tentar ganhá-las, mas para fazer com que este debate exista, avançando a luta dos trabalhadores e a organização dos movimentos sociais.

O momento exige uma reflexão sobre a necessidade de uma mudança radical no “desenvolvimento” das cidades. Este deve existir a partir das necessidades dos trabalhadores e das camadas populares, maiores vítimas da exploração e do caos urbano gerado pelo capitalismo.

Afinal de contas, sentimos na pele a queda da qualidade de vida pelo aumento da violência e das doenças, pela desigualdade de acesso à educação, ao conhecimento e à cultura, pela destruição do meio ambiente.

O PCB se recusa a fazer parte do jogo sujo que transforma os partidos políticos em meros fantoches de grandes grupos econômicos que não se importam com os trabalhadores. Não usamos as eleições para fazer falsas promessas e enganar o povo. Afinal de contas, o trabalhador vai sendo alijado dos fóruns de decisão e cada vez mais se tornando massa de manobra em favor dos interesses dos poderosos.

Não achamos que “é feio” perder eleições. Entendemos exatamente o contrário; feio é ganhar eleições através da compra de votos, de falsas promessas, de políticas inconsistentes que transformam tudo em jogo eleitoral e afastam a participação popular após o pleito, que trata o eleitor como “consumidor” de candidatos transformados em “mercadoria” pelo marketing e as conveniências do momento.

Nessas eleições, em todas as cidades em que tiver candidatos, o PCB falará uma só linguagem, pois tem um como princípio o compromisso com os trabalhadores. Queremos sim eleger alguns dos nossos candidatos, para que os comunistas transformem seus mandatos em instrumento a serviço da denúncia política, da crítica ao capitalismo, da apresentação de propostas objetivas para os interesses da classe trabalhadora e, principalmente, do apoio às lutas populares e defesa de seus interesses.

Para o PCB, a política não se esgota no voto, não se limita à época das eleições. Os trabalhadores devem fazer política o ano todo, organizando-se, lutando e debatendo tudo que lhes diz respeito como o orçamento público, a educação, a saúde, os transportes, a cultura, a assistência social, a reforma urbana e agrária, a preservação ambiental. E principalmente uma nova sociedade, sem explorados nem exploradores.

Para podermos construir o verdadeiro Poder Popular, só com muita luta e organização todos os dias, não apenas no calendário eleitoral. Convidamos você a fazer parte desse projeto, não apenas através de seu votoconsciente no PCB mas principalmente de sua participação nos movimentos sociais e políticos populares organizados.

Construa ao nosso lado a nova ordem socialista! Só a luta muda a vida!

PCB – Partido Comunista Brasileiro
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Na Rede: reflexão de agroecologia

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Trocando Ideias na REDE - Censura e discriminação - Expondo e combatendo a visão opressora das Elites


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Entrevista Tribuna de Minas

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

ELEIÇÕES EM DOIS TURNOS

Adotada no Brasil desde a Constituição de 1988 e nas cidades com mais de cem mil eleitores, além dos governos estaduais e o federal, as eleições em dois turnos têm dois objetivos primordiais.

O primeiro desses objetivos é oferecer ao eleitor a oportunidade de definir seu voto no primeiro turno sem a preocupação, tão comum na política brasileira, de uma escolha do que considera o menos ruim, ou o que aparenta representar determinado campo ideológico, a despeito de divergências programáticas de propósitos fundamentais em sua essência e na prática.

Isso ocorre com freqüência no campo da esquerda. A direita é á direita em qualquer circunstância. Seja nas políticas neoliberais dos tucanos e seus adereços, ou no governo Dilma, por exemplo, em relação aos professores universitários em greve por melhores condições de trabalho.

É um como um sorvete que é sempre de creme, mas muda apenas a cobertura, a ilusão do marrom glacê.

A exigência legal de programas de governo e outro exemplo. O que é um programa de governo? Entupir uma cidade de automóveis mascarando o problema da educação, o da saúde, ou repensá-los e todo o conjunto de políticas públicas que em essência são direitos do cidadão, dever do Estado?

O segundo dos objetivos é permitir, aí sim, no segundo turno, que o eleitor defina aquele que acha o melhor para gerir os destinos, seja da cidade, do estado ou do País.

São duas eleições distintas. No caso das eleições municipais a oportunidade de manifestar apoio ao programa que melhor convier àquilo que pensa o eleitor e num segundo momento escolher o que possa ser considerada a melhor alternativa. Ou a menos ruim.

O sistema político brasileiro viciado e calcado em financiamento de empresas a candidatos e a eterna divisão das chamadas forças de esquerda é que leva o PCB – PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO -, com 90 anos de história -, a apresentar chapas em várias cidades de nosso País, proporcionando a perspectiva de um debate político que permita o contraponto entre uma esquerda revolucionária e uma esquerda dócil ao modelo. Uma esquerda revolucionária e uma direita, que é o próprio modelo.político e econômico sob o qual vivemos.

O PCB é um partido revolucionário, marxista-leninista. Tem um programa de transformações profundas na essência da cidade, de Minas e do Brasil.

Não traz consigo a herança das costumeiras mentiras da mídia sobre comer crianças, matar idosos (quem faz isso é o capitalismo nas filas do SUS, nos baixos salários a servidores públicos, na precarização desses serviços, nas cidades transformadas em currais de partidos e empresas), mas a busca do debate sério e responsável sobre todo o conjunto de problemas que nos afetam.

O voto de conveniência significa abrir mão do ideal, abrir mão da luta, abrir mão da vontade de mudança. A rendição ao capitalismo. Não existe meio capitalismo, um terço de capitalismo. Ou é capitalismo, ou não é.  

Não há mudanças sem que o modelo seja enfrentado.

E én a certeza que, sendo a primeira realidade de cada um de nós a cidade, que apresentamos nossa chapa, nossos candidatos, a face do PCB, sem medos, sem pretensões, sem alianças espúrias, sem modelos ditados por marqueteiros, mas como cantou Geraldo Vandré, com “a história nas mãos”.

Esse é o PCB. Não um partido de desculpas ou de achegos. Um partido revolucionário.
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domingo, 22 de julho de 2012

O maior dos males – Alienação!




“Uma conseqüência direta da alienação do homem com relação ao produto de seu trabalho, a sua atividade vital e à vida de sua espécie é o fato de que o homem se aliena dos outros homens....
Toda alienação do homem de si mesmo e da natureza surge na relação que ele postula entre outros homens, ele próprio e a natureza.” Karl Marx (Manuscritos Econômicos e Filosóficos)



A significação dada a alienação por Marx é o estado no qual um indivíduo, ou grupo, ou instituição, ou uma sociedade de modo mais geral, permanecem alheios, estranhos aos resultados ou produtos de sua própria atividade, a outros seres humanos, à natureza na qual vivem. A alienação é sempre alienação de si próprio (auto-alienação), alienação do homem, de seu ser próprio em relação a si mesmo, às suas possibilidades humanas.


O homem alienado não é um agente ativo de seu controle sobre a realidade (tendo a realidade como socialmente construída), permanece alheio ou estranho a ela. Alienar-se é, em última análise, vivenciar o mundo e a si mesmo passivamente, receptivamente, com o sujeito separado do objeto. Podemos considerar três grandes modos de alienação na sociedade capitalista: Alienação Social, Alienação Econômica e Alienação Intelectual.


Marx concluiu que a alienação social é o desconhecimento das condições históricas e sociais concretas na qual vivemos, produzidas pela ação humana sob o peso de outras condições históricas. Marx observou que no processo da alienação social há uma dupla alienação:
1. Os homens não se reconhecem como agentes e autores da vida social com suas instituições;
2. Por sua vez julgam-se livres e capazes de mudar suas vidas como e quando quiserem, apesar das determinações históricas e das instituições que eles mesmos criaram. Nesse caso ignoram que a sociedade que criaram determina seus pensamentos e ações.


A alienação é uma das características da democracia burguesa representativa. Alienação que representa a perda do homem, de sua transformação em objeto, e cujo pensamento marxista protesta contrariamente. O desligamento cada vez maior dos indivíduos das obrigações e identidades costumeiras, corporativas, normativas e comunitárias foi uma das marcas da ascensão do capitalismo. As relações sociais capitalistas promoveram, e ainda promovem, a desvalorização da cidadania.


O princípio da democracia representativa foi enunciado pelo advogado estadunidense Alexander Hamilton, e foi inventada a partir da criação dos Estados Unidos da América. Hamilton partiu da premissa de que a “multidão trabalhadora” busque em seus “superiores sociais” a sua voz política. Na visão federalista, esse era o meio de evitar ou contornar “parcialmente” a democracia, criando uma cidadania passiva. A democracia representativa americana, que serviu de modelo para muitos países e foi imposta em outros, não incentiva o exercício do poder político, mas a renúncia desse poder, transferido-o para outros, ou seja, a sua alienação. A classe dominante utiliza-se de todas as formas possíveis da superestrutura ideológica para manter as grandes massas alienadas, impossibilitadas, portanto, de se reconhecerem como sujeito histórico, capaz de transformar o mundo e a sociedade em que vivem. A mesma classe dominante que se apropria dos Aparelhos Ideológicos de Estado e os utiliza como armas de convencimento e dominação para aumentar o grau de alienação das grandes massas e aplastar sua consciência, afastando-as cada vez mais da possibilidade de se assumirem como sujeito histórico de uma sociedade onde impere a Justiça Social.


O Estado Americano estabeleceu, então, essa definição de “democracia”, em que a transferência do poder do povo para seus representantes constitui sua própria essência, ou seja, a identificação da representação com a alienação do poder. A discussão, porém, não deve se dar apenas em torno, da questão da representatividade como forma de distanciar o povo, e sim, também, pelo fato dela, nesse modelo, favorecer as classes proprietárias. O modelo de democracia representativa considera que há uma grande distância entre o “bem público” e a vontade dos cidadãos, mudando o foco da política da localidade para o centro federal, criando um esvaziamento completo de todo conteúdo social do conceito de democracia.


É necessário construir a resistência, procurando intervir na realidade que se forma, criando uma identidade para o povo a partir do lugar onde ele mora. É do lugar onde ele mora que se articulam as principais relações (família, amigos e vizinhos). Seu habitat é um espaço privilegiado para se educar, trocar informações e conhecimentos, intervir na realidade, enriquecer as relações. A comunidade é um espaço propício para a socialização. A rede de relação mais próxima acontece na própria comunidade, que deve ser uma instituição levada a sério pelos seus moradores e pelo poder público. É um espaço promissor para a concretização da democracia participativa.


Essa noção espacial de que a cidadania se dá a partir do lugar onde se mora, nos leva a desejar que a construção desse espaço seja uma coisa que não venha de fora para dentro, mas que parta de uma concepção local, emergente, envolvendo informação, conhecimento, cultura, educação, esporte, lazer, música e a comunidade em um papel agregador. O foco deve ser a rede de relações a partir da comunidade, rompendo com uma realidade cultural que deseduca. A cidadania, termo muito usado tem que ser materializada, não pode ficar somente nos discursos, ou seja, no abstrato, no subjetivo, tem que ser objetivada. Se a cidadania não for expressa de maneira prática na vida das pessoas, ela perde o sentido, vira um ‘chavão’ e acaba por desencantar. Quando se começa a exercitar a cidadania a partir do lugar onde as pessoas vivem, a possibilidade de expansão democrática e alteração revolucionária da realidade se dará a partir das bases, permitindo o micro intervir no macro. Há, pois, a necessidade de mudança no processo educativo, na cultura, abrindo perspectivas de mudanças no comportamento coletivo.


Marx está fundamentalmente interessado na emancipação do homem como indivíduo, na superação da alienação, na restauração da capacidade dele para relacionar-se inteiramente com seus semelhantes e com a natureza. A desalienação é um apelo em favor de uma modificação revolucionária do mundo, da reintegração do homem, seu retorno a sim mesmo, a superação da alienação do homem, da apropriação real da natureza humana através do homem e para o homem.
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sábado, 21 de julho de 2012

NOTA OFICIAL SOBRE A SAÚDE PÚBLICA EM JUIZ DE FORA

O PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO, Comitê de Juiz de Fora, torna público seu apoio às reivindicações dos médicos e servidores da saúde pública em Juiz de Fora, diante do caos instalado no setor com as políticas de terceirização e favorecimento a grupos privados.

Saúde pública, gratuita e de boa qualidade é direito do cidadão e dever do Estado. As terceirizações só se prestam a grupos econômicos que exploram o setor pelo lucro e relegam os trabalhadores da saúde e os usuários do SUS ao abandono. Seja pelos baixos salários, seja pela falta de condições de trabalho.

A Prefeitura de Juiz de Fora tem atrasado de forma sistemática a complementação salarial devida aos servidores públicos municipais e estaduais municipalizados. Esses atrasos geram multas, juros, não pagamento de dívidas e outros danos morais e materiais aos servidores. O acordo feito com a Prefeitura para pagamento dessa complementação até o dia 20 de cada mês não está sendo cumprido. As verbas têm sido utilizadas em obras eleitoreiras.

Há um arrocho salarial imposto pelo prefeito Custódio Mato aos servidores municipais que agride os trabalhadores mais qualificados do serviço público, além da precarização e terceirização que só atendem a interesses privados e políticos eleitoreiros com vistas à recursos para a campanha de reeleição do atual prefeito. Essa desqualificação do serviço público afeta a toda a população. No caso dos médicos municipais o vencimento inicial é inferior a três salários mínimos o que significa que o médico percebe 25% menos que o devido aos servidores de nível superior.

A Prefeitura de Juiz de Fora, ao contrário do setor privado e dos governos federal e estadual não reconhece a carga horária especial dos médicos e na prática pune a esses profissionais por um direito conquistado com lutas e sacrifícios.

Os equipamentos de trabalho são obsoletos, ou improvisados e todos esses fatores levam a prejuízos visíveis nas condições de atendimento ao público.

No próximo dia 31 de julho os médicos municipais estarão reunidos na sede da SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA, às 19h30m para deliberar sobre paralisação de advertência  contra o sucateamento da saúde, o arrocho salarial, a falta de diálogo e negociação e a precarização do serviços público resultados da atual administração municipal.   

As grandes empresas privadas que se apropriam da saúde pública com a cumplicidade de governos como o de Juiz de Fora são os únicos que se beneficiam desse estado de caos e a propaganda oficial só faz dissimular uma situação de abandono que só não é absoluto pela responsabilidade dos profissionais da saúde.

A proximidade das eleições faz com que o prefeito busque mostrar uma saúde que não existe, busque transferir responsabilidades que são suas e que ao longo desses anos foram relegadas ao descaso para setores outros, sempre em detrimento de todo o conjunto de trabalhadores. Os servidores públicos e os usuários do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.

A saúde não se resolve só com ambulâncias e hospitais inacabados inadequados. Tanto um quanto outro se prestam à propaganda e as vítimas somos todos nós.

Serviços públicos, como a própria expressão se explica, são serviços devidos pelo poder público aos cidadãos. A Prefeitura de Juiz de Fora não tem assumido essa responsabilidade e nem cumprido com esse dever.

O PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO – JUIZ DE FORA – vem a público manifestar integral apoio à luta dos servidores públicos municipais e, neste momento, aos médicos municipais ou municipalizados, vítimas do descaso e da irresponsabilidade da Prefeitura, pois saúde é vida.       
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NOTA OFICIAL SOBRE A GREVE DOS PROFESSORES E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DA EDUCAÇÃO FEDERAL

O PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO, Comitê de Juiz de Fora, torna público seu apoio à greve dos professores e técnicos administrativos da educação federal por melhores condições salariais e de trabalho.

O sucateamento do Ensino Público Federal (Univesidades, Institutos Federais e CEFETS) faz parte do projeto neoliberal que devasta País e coloca-o a reboque de um processo político universal de globalização que nos relega a um eterno berço esplêndido, a despeito de toda a propaganda oficial.

A Universidade Pública e o ensino técnico federal são fundamentais na conquista de independência real a partir da educação, como fundamentais são as lutas dos professores de ensino fundamental e médio, igualmente desprezados pelos governos estaduais e municipais.

O governo federal usa 49% de suas receitas orçamentárias para o pagamento de juros de dívidas junto a bancos, empreiteiras, grandes corporações, abre mão de impostos favorecendo setores da indústria, financia empresas privadas nacionais e estrangeiras, adota políticas eleitoreiras sem ganhos sociais efetivos de organização e conscientização e deixa a Educação de lado.

A Universidade Pública e os Institutos Federais de Educação Técnica e Tecnológica não são apenas um lugar onde se vai buscar um diploma ao longo de alguns anos. São centros de saber, de geração de tecnologias, logo de desenvolvimento, de progresso com sentido de bem comum. As escolas fundamentais e de ensino médio são o alicerce dessa jornada.

É histórico o desprezo de governantes pela Educação. Entre outras razões isso significa mais que visão estreita, significa submissão num mundo comandado por uma ordem política e econômica que um notável professor universitário brasileiro, o geógrafo Milton Santos, chamou de “globalitarização”. A globalização tanto pela força das armas, como pela força da mídia que ignora, distorce e mente de forma deliberada em relação ao movimento dos professores universitários e de todos os professores de um modo geral.

As reivindicações da categoria estão amparadas na condição mínima de trabalho e a greve é o instrumento legítimo desses trabalhadores para alcançarem seus direitos.

É uma luta que transcende à própria categoria e se insere na busca de um projeto que transforme o Brasil de fato em potência livre e soberana.

Para isso o Ensino Público Federal é fundamental e os professores são os guias e condutores desse processo de formação e conscientização.

É dever do governo federal descer de sua arrogância e negociar para além de propostas fechadas e distantes da realidade. Foi compromisso de campanha da presidente e não está sendo cumprido.

Universidades e faculdades privadas, por decreto da presidente, tiveram seus débitos transformados em moeda de negociação para bolsas de alunos do PROUNI. Um passo a mais a favor do ensino privado.

Todo apoio à greve dos servidores da educação federal.

O processo institucional está falido e a luta tem que ser travada pela via dos meios disponíveis aos trabalhadores.

O jornal ESTADO DE MINAS, edição de sábado, dia 21 de julho, afirma que ao mesmo tempo em que o governo Dilma endurece com os professores universitários e servidores públicos de um modo geral, “planeja um pacote de bondades para o setor produtivo”, tudo com o objetivo de minimizar o impacto da economia estagnada e da crise que se desenha em curto prazo, com conseqüências danosas ao partido do governo nas eleições de outubro.

São os anos FHC de volta!

A greve é legitima, é legal e educação pública e de boa qualidade é dever do Estado, é direito do cidadão.

Sem professor não há educação.

Por essas razões o PCB de Juiz de Fora se soma a esse movimento e torna público seu apoio aos professores e servidores da UFJF, do IF Sudeste de Minas, do Colégio de Aplicação João XXIII e de todo o Brasil.

GREVE É DIREITO DOS TRABALHADORES – EDUCAÇÃO É DEVER DO ESTADO

PELO ENSINO PÚBLICO E POR REMUNERAÇÃO JUSTA PARA OS PROFESSORES E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS.
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